A empresa de consultoria e investimento Mercer, em sua 2010 Worldwide Cost of Living Survey (Pesquisa Global de Custo de Vida), listou as cidades neozelandesas de Auckland e Wellington em posições bastante baixas de seu ranking. Na classificação, em que as posições mais altas indicam as cidades mais caras para se viver, Wellington (capital da Nova Zelândia) atingiu apenas o 163° lugar, enquanto que Auckland (a maior cidade do país) ocupou a posição de número 149. Outros grandes centros urbanos com rendimento otimista na pesquisa foram Aberdeen (empatada em 149°), na Escócia, Johannesburg (150°), na África do Sul, e a Cidade do Kuwait (151°).
A pesquisa deu à Nova Zelândia a condição de país mais razoável no custo de vista de suas grandes cidades. Em todo o eixo pacífico-asiático, o país apresentou os melhores resultados na comparação com outros locais de economia desenvolvida. Foram comparados os preços de mais de 200 itens de uso cotidiano, incluindo utensílios domésticos, transporte, alimentação, vestuário e entretenimento. A Mercer ressaltou, ainda, a força da economia neozelandesa, que não sofreu com a recessão econômica mundial de forma tão intensa quanto outras tantas.
Além do baixo custo de vida, a Nova Zelândia pode comemorar, também, a excelente qualidade de vida. Tanto Auckland quanto Wellington ocuparam boas posições na 2010 Worldwide Quality of Living Survey, da mesma Mercer, divulgada em junho deste ano.
O custo de vida mais elevado dentre as cidades contempladas pela pesquisa ficou com a capital angolana, Luanda. O continente africano, aliás, emplacou três cidades no indesejado Top 10, dividindo as posições mais altas da tabela com centros europeus. A capital financeira do Paquistão, Karachi, ficou com a última colocação do ranking, em 214°. A pesquisa utilizou como base de comparação dos destinos a cidade de Nova Iorque, enquanto que as diferentes moedas nacionais foram comparadas ao dólar americano.